sexta-feira, 29 de janeiro de 2021
Edições do Romance "A fome" de Rodolfo Teófilo
O Caixeiro de Rodolfo Teófilo - memórias de um caixeiro
quarta-feira, 27 de janeiro de 2021
Rodolfo Teófilo e a invenção da Cajuína
A Cajuína era fabricada em sua residência no Benfica e no seu sítio em Pajuçara, onde tinha um espaço reservado para a produção, engarrafamento e rotulagem. Como industrial, ele conquistou, na Exposição Nacional do Rio de Janeiro, em 1908, Medalha de Ouro pela excelente qualidade da Cajuína.
Na imagem, esse é um dos inúmeros cartazes de propaganda da cajuína que eram veiculadas em diversos jornais do Ceará e do Nordeste.
Para conhecer mais sobre a Cajuína, conferir o documentário “Arquivo.DOC A cajuína”, produzido pela TV Assembleia do Ceará, em 2020.
Não percam!
segunda-feira, 25 de janeiro de 2021
Bate-papo Campanha A fome 130 anos: Rodolfo Teófilo Romancista
Não percam no próximo domingo, dia 31/01/2021, uma interessante Live que faz parte da Campanha Cultural “A Fome-130 anos: Rodolfo Teófilo Romancista” tem por objetivo homenagear os 130 anos de publicação do polêmico romance “A Fome” (1890), um dos responsáveis pela construção da tradição dos romances da seca na literatura brasileira. O evento virtual conta com a participação do Prof. Dr. Charles Ribeiro Pinheiro (professor, roteirista, coordenador do projeto e pesquisador de literatura cearense) e da Profa. Ma. Lílian Martins (Jornalista, professora, pesquisadora e coordenadora de conteúdo do Curso de extensão em Literatura Cearense, da Fundação Demócrito Rocha), com a tradução em Libras por Liliana Ripardo Alves (Pedagoga e interprete e tradutora de Libras pela APILCE (2009 -2011), participante de várias coletâneas de obras literárias e idealizadora do projeto Literatura & Libras.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2021
Dia do Leitor - 7 de janeiro
terça-feira, 29 de dezembro de 2020
Livro "Violência" de Rodolfo Teófilo
Rodolfo Teófilo atuou desde 1889, na Escola Normal como professor de ciências naturais. Em 1890, passa a integrar o corpo docente do Liceu, nas disciplinas de Mineralogia, Geografia e Meteorologia. Em 1905, o Presidente do Estado, Nogueira Accioly, decreta a extinção da cadeira de mineralogia e designa Teófilo para a de Lógica. Como se negou a assumir a disciplina, foi demitido de seu cargo vitalício. Indignado contra o que considerou um ato de “violência” pelo seu desafeto político, começa a publicar no “Jornal do Ceará”, a partir de 1905, uma série de artigos contra a falsa reforma. Ainda em 1905, reúne os artigos e lança o livro “Violência”.
Eis alguns trechos do livro:
“O meu crime vem da publicação a meu livro Secas do Ceará em que tratando das administrações que tem tido o estado durante as secas, tive o atrevimento de criticar, com muita benevolência, é verdade, a passada administração do atual presidente do estado. [...] Violar a lei para tomar uma vindicta não é só um crime, é uma iniquidade! [...]Foi por ter tido a coragem de dizer, essa verdade suprema, que fui condenado a perder a cadeira de professor do Liceu do Ceará. Não hesitou o sr. presidente do estado em cometer o grande atentado contra a lei demitindo um funcionário vitalício. Esqueceu-se de que a violência é a norma de conduta dos governos fracos. [...] O sr. presidente do estado com seu ato arbitrário não atentou somente contra meu direito, mas contra os direitos de todos os cearense” (TEÓFILO, 1905. p. 55-67).
A edição fac-similar da foto foi publicada em 2005 pela Coleção do Museu do Ceará, da Secretaria de Cultura do Estado do Ceará, com prefácio da historiadora Adelaide Gonçalves.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2020
Um clássico historiográfico: Fortaleza Belle Époque”













